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Rentabilidade e lucratividade: entenda a diferença e a importância desses conceitos para os negócios

Tempo médio de leitura

6 min

Todo profissional responsável pela administração de um negócio sabe que acompanhar os resultados continuamente é importante para garantir que ele cresça e se consolide no mercado. E entre os indicadores normalmente analisados na gestão de uma empresa estão a rentabilidade e lucratividade, fundamentais para saber se ela está tendo ganhos ou arcando com prejuízo em suas operações.

Esses dois índices se relacionam a aspectos diferentes, mas não é raro que sejam confundidos ou tidos como sinônimos. O problema é que essa confusão pode atrapalhar a análise das informações e dar a entender que a empresa está em uma situação melhor ou pior do que realmente está. Por isso, entender a diferença entre lucratividade e rentabilidade é essencial para avaliar qual é o panorama efetivo do negócio e, assim, tomar decisões seguras para otimizar seus resultados.

Neste artigo, vamos abordar a diferença entre os conceitos de lucratividade e rentabilidade financeira, como calculá-los e qual é a importância dos dois indicadores para as organizações. Confira!

O que é lucratividade

A lucratividade é um indicador utilizado para apontar o ganho de uma empresa em relação à atividade que ela desenvolve. Ela aponta se o negócio está justificando ou não a operação, ou seja, se as vendas são suficientes para pagar os custos e as despesas e ainda gerar lucro.

A lucratividade de um empreendimento é apurada em valor percentual, em um cálculo que considera o lucro líquido (lucro após dedução de custos e despesas) e a receita bruta (valor das vendas) do empreendimento. Esta é a fórmula utilizada para o cálculo de lucratividade:

Lucratividade = (lucro líquido/receita bruta) x 100

Vamos a um exemplo prático: imagine que, em uma fábrica que produz eletrodomésticos, cada ventilador é vendido por R$ 120. Deste valor, R$ 30 acabam custeando os impostos, R$ 25 se referem à matéria-prima e outros R$ 25 custeiam a mão de obra. Dessa forma, a cada peça vendida, R$ 80 são utilizados para o pagamento de custos e despesas e o que sobra corresponde ao lucro líquido que, nesse caso, é de R$ 40 por mercadoria vendida.

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Assim, se em um mês a empresa vende 200 ventiladores, sua receita bruta (total das vendas) corresponde a R$ 24 mil (200 x 120), enquanto seu lucro líquido é de R$ 8 mil (200 x 40). Nesse caso, o cálculo seria feito desta maneira:

Lucratividade = (8/24) x 100

Lucratividade = 0,33 x 100

Lucratividade = 33,3%

Simples, não é? Ao analisar o indicador de lucratividade, é importante verificar se o resultado atende aquilo que foi estabelecido no planejamento estratégico da empresa. A partir dessa avaliação, é possível propor mudanças nos processos, como a substituição de matéria-prima para reduzir custos, a alteração de regime tributário, quando possível, ou uma modificação no quadro de funcionários.

Também é indicado que, além de avaliar a sua lucratividade, a empresa compare os seus resultados com os de empreendimentos do mesmo segmento para verificar se são semelhantes à média do mercado. De forma geral, quanto maior a lucratividade, melhor para o negócio.

Para auxiliar você a calcular e acompanhar a lucratividade da sua empresa, disponibilizamos uma planilha com um modelo de margem de contribuição e lucratividade. Para fazer o download gratuito, basta clicar na imagem abaixo:

O que é rentabilidade

Da mesma forma que o indicador de lucratividade, o índice de rentabilidade se baseia no lucro líquido e tem seu resultado em valor percentual. A diferença é que ele serve para medir o retorno que um investimento pode proporcionar ao negócio. O cálculo de rentabilidade é realizado desta maneira:

Rentabilidade = (lucro líquido/investimento) x 100

Imagine que a empresa do nosso exemplo, que produz eletrodomésticos, tenha investido R$ 20 mil em marketing para impulsionar a venda dos ventiladores durante o verão, gerando a venda de 1.500 unidades na estação a R$ 120 cada. Isso gerou um lucro líquido de R$ 40 por produto ― R$ 60 mil (1.500 x 40) no total. Nesse caso, o cálculo seria estruturado dessa forma:

Rentabilidade = (60.000/20.000) x 100

Rentabilidade = 3 x 100

Isso significa que a cada R$ 1 investido, a empresa obteve um retorno de R$ 3.

Além de apontar o retorno em investimentos pontuais e já realizados, como nessa situação, o indicador de rentabilidade também pode demonstrar se um investimento em fase de planejamento é viável e pode trazer resultados positivos para a empresa. Para isso, basta utilizar uma estimativa de faturamento para chegar ao lucro líquido.

Rentabilidade X lucratividade: como utilizar os dois conceitos

Como você viu, os indicadores de lucratividade e rentabilidade são utilizados para analisar fatores diferentes em relação às operações de uma empresa. Porém, eles devem ser avaliados sempre de forma conjunta. Isso porque uma empresa pode ser rentável mesmo sem ser lucrativa ou, ainda, ser lucrativa sem obter um retorno positivo com os investimentos.

Imagine, por exemplo, que uma empresa tenha lucratividade de 25%, um resultado positivo para pequenos negócios, mas que sua rentabilidade seja de 10%, ou seja, o retorno não paga nem mesmo o investimento. Nesse caso, apesar de ser um negócio lucrativo, é necessário avaliar se vale a pena continuar investindo da mesma forma nele.

O contrário também pode ocorrer: uma empresa com 300% de rentabilidade, isto é, que obtém o triplo do valor que investe, pode ter uma lucratividade pequena, pois os custos e as despesas da sua operação são muito altos e consomem grande parte da receita, interferindo no lucro líquido.

Um resultado positivo pode mascarar um índice negativo e, por isso, é importante não ignorar nenhum dos indicadores e avaliá-los constantemente para melhorar as ações e processos do negócio.

Concluindo

Lucratividade e rentabilidade são indicadores indispensáveis para o acompanhamento dos resultados de qualquer empresa, independentemente de seu porte ou segmento. A partir deles, é possível verificar qual é o panorama financeiro da empresa e, depois, se necessário, desenvolver ações para otimizar os processos e promover a melhoria da rentabilidade e lucratividade do negócio.

E no seu empreendimento, como andam esses dois indicadores e o que você tem feito para otimizá-los? Compartilhe suas experiências nos comentários!

Toda semana publicamos aqui no blog artigos relacionados a planejamento, orçamento e acompanhamento econômico-financeiro. Também publicamos mensalmente materiais gratuitos para download, como modelos de planilhas, white papers e e-books.

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COMPRAR NA BAIXA E VENDER NA ALTA: SAIBA O QUE ISSO SIGNIFICA« Voltar

Comprar na baixa e vender na alta: quer atitude melhor para ganhar dinheiro negociando ações? Você aproveita os momentos de boas ofertas para adquirir novos títulos e os vende quando eles se valorizam. E não é preciso ser um expert no mercado de renda variável para conseguir sucesso nessa operação! Basta conhecer um pouco mais a cada dia!

Para entender como essa dinâmica funciona, confira algumas informações importantes no post de hoje!

O que significa comprar na baixa e vender na alta?

Essa é uma estratégia comum no mercado de ações e se chama de alocação de ativos. Na prática, é a movimentação que o investidor faz, comprando ações promissoras com preços baixos e vendendo-as, tão logo se valorizem. Essa ação aumenta o retorno da carteira de investimentos, diversificando ativos de uma forma cuidadosamente calculada.

Mas é preciso ter paciência, estratégia e um perfil de investidor mais arrojado para suportar as perdas de curto prazo, sabendo que elas são momentâneas e geram lucros maiores em médio e longo prazo.

Como fazer isso de maneira inteligente e eficiente?

Quem quer investir na bolsa tem que se conhecer e saber até que ponto suporta as oscilações típicas desse mercado. Por isso, conhecer o perfil de um investidor é fundamental. Baseando-se nele, você consegue fazer a melhor alocação de ativos possível — tenha em mente que fazer essa escolha corretamente é o segredo para o sucesso dos investimentos.

Isso porque não é exatamente a empresa emissora das ações que faz o retorno ser bom, mas o dinheiro que você investe em cada grupo de investimentos. Portanto, se você quer ter sucesso comprando ações em baixa e vendendo quando estiverem na alta, siga os conselhos a seguir!

Conheça seu perfil de investidor

De modo geral, há três grandes perfis de investidor utilizados como base no mercado financeiro:

o conservador, que prefere ganhar menos desde que não corra riscos, porque não os suporta. Ele valoriza a segurança;

o moderado, que até tem disponibilidade para investir uma pequena parte em renda variável, mas com risco mínimo, pois ele quer um retorno um pouco melhor e aceita opções mais flexíveis;

o arrojado, que tem maior tolerância ao risco e encara com naturalidade as movimentações típicas das ações. Seu principal foco é a rentabilidade.

Alguns aspectos são importantes para definir qual o perfil exato de um investidor. Eles são:

os seus objetivos com o investimento;

a sua disponibilidade e necessidade em relação ao tempo de retorno;

o seu grau de tolerância ao risco;

o volume de recursos de que você dispõe para investir.

Avaliando essas informações, é possível definir a carteira de investimento mais apropriada, observando os tipos de ativos que melhor atendem às necessidades do investidor.

Cabe esclarecer que investidores e especialistas em finanças não aplicam dinheiro de forma aleatória e irresponsável. Eles estudam muito, acompanham cenários, observam indicadores econômicos e tomam decisões minuciosamente calculadas.

Escolha os ativos por categoria

Para escolher os melhores ativos financeiros, você precisa entender o que eles são e quais suas opções. Para ajudar na primeira parte, deixamos a definição: um ativo financeiro é tudo o que pode ser negociado no mercado, incluindo:

ações: que são frações de uma empresa;

opções: direito de compra e venda de ativos em datas futuras;

moedas: negociadas em mercados de câmbio;

títulos públicos: emitidos pelo governo para financiar a dívida pública;

títulos privados: emitidos por empresas privadas para levantar recursos;

commodities: mercadorias diversas negociadas na bolsa de valores.

Todos esses ativos podem ser classificados dentro de três tipos fundamentais: de reserva financeira, de crescimento e de geração de renda. Conheça-os!

Ativos de reserva financeira

São altamente seguros, com pouco (ou nenhum) risco, como a poupança e os CDBs prefixados. Possuem baixa rentabilidade quando comparados a outras opções, mas funcionam perfeitamente como fundo de emergência ou para metas de curto prazo.

Ativos de crescimento

Têm mais volatilidade em curto prazo, mas conseguem rendimentos maiores à medida que o tempo de aplicação aumenta. Aqui, entram as ações e os fundos de índice (ETF), que são fundos modelados para obter a performance de um determinado indicador econômico.

Como você deve imaginar, esse tipo de ativo requer um perfil de investidor diferente do conservador.

Ativos de geração de renda

Quem busca obter renda investe nas opções desse grupo de ativos, entre as quais estão os fundos imobiliários e as ações. Essas aplicações são marcadas pelas oscilações de valor, mas apresentam melhor rentabilidade.

Defina o percentual ideal para cada ativo

Com base nesses conhecimentos e fatores que acabamos de citar, faça suas escolhas. Você sabe quanto quer (e pode) investir e o percentual que precisa ser alocado em cada tipo de ativo — fixo ou variável.

Limite a compra de ações ao máximo estabelecido para seu perfil de investidor. O restante você distribui entre ativos de renda fixa, escolhendo de acordo com as análises de mercado e conselhos de especialistas. Você pode investir em:

Uma dica interessante é usar os diferentes tipos de investidores para determinar o percentual de cada ativo.

Faça aportes mensais para manter as proporções equilibradas

Aqui vem o pulo do gato. Conforme você negocia seus ativos, obtém variações de retorno e preço (graças à volatilidade da renda variável). Assim, as proporções não se mantêm as mesmas inicialmente definidas.

Então, você deve buscar reequilibrar sua carteira. Isso pode ser feito periodicamente, em intervalos preestabelecidos (mensal, trimestral ou semestralmente, por exemplo), que é uma alternativa para quem não quer acompanhar e gastar tempo demais no processo.

Também é possível fazer um acompanhamento mais constante e verificar os desvios por classe: quando determinado grupo de ativos atingir um percentual de distância do objetivo inicial, é hora de realizar novos aportes.

“Mas o que isso tem a ver com comprar na baixa e vender na alta?”, talvez você nos pergunte. E a resposta é: tudo!

Suponha que você investiu, no início do período, 35% da sua carteira em renda variável (por conseguinte, tem 65% em renda fixa, certo?). Depois de alguns meses, essa parcela variável desceu para 28%, deixando a renda fixa em 72%.

Para voltar aos percentuais iniciais, você terá que vender 7% dos recursos que estão na renda fixa. E, restabelecendo o montante inicial, vai comprar esses 7% em ativos de renda variável.

Sabe o que você acabou de fazer? Comprar na baixa. Se você não entendeu, explicamos a lógica: se você tinha um determinado valor em ações e, sem negociar, esse montante diminuiu, significa que o preço das ações caiu. E isso não aconteceu só na sua carteira, mas em todo o mercado financeiro. Quando comprar mais ações para repor o percentual inicial, estará adquirindo ações a preço baixo.

Por outro lado, caso o percentual inicial de 35% pule para 45%, sua parcela de renda variável se valorizou, correto? Para reequilibrar sua carteira, você deve vender 10% da renda variável. Nesse caso, as ações estão mais caras, e você vai vender na alta.

Repetindo isso periodicamente, você vai sempre comprar na baixa e vender na alta. Isso, por si só, é o que maximiza o retorno da sua carteira de investimentos: a macroalocação. A questão do market timing (a escolha da hora certa de comprar e vender) tem peso mínimo.

Por isso, é mais inteligente fazer aportes com base no desvio de cada classe de ativo do que na periodicidade, pois é isso que mantém as proporções iniciais, dá rentabilidade e controla o risco do seu investimento.

Agora, você entendeu completamente o significado de comprar na baixa e vender na alta, de forma simples, didática e precisa. Assine nossa newsletter e aprenda novos conceitos e dicas sobre o mercado financeiro, diretamente em sua caixa de e-mail!

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