Usar corretamente os sinais de investimento

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Como devemos usar corretamente os sinais de investimento

Para operar com opções binárias é importante que você saiba como funcionam e quais são os fatores que influenciam nos preços. Deve-se ter em conta que o objetivo do comércio com opções é conseguir os rendimentos fazendo previsões sobre o comportamento dos ativos.

Portanto, é importante saber analisar e identificar as tendências para saber em que direção irão os preços dos ativos no futuro e atuar de acordo a isso.

Independente do perfil que você tenha e de qual seja sua maneira de proceder nas negociações com opções binárias, há muitas foras de conseguir tirar o máximo das suas possiblidades, como por exemplo fazer uso das ferramentas e outros tipos de indicadores que te ajudem a saber em que direção se moverão os preços e qual deve ser a previsão correta que você deve realizar em cada momento através da plataforma ou broker online.

E precisamente os sinais de trading são um dos exemplos que vamos comentar hoje, já que se trata de indicadores que podem nos trazer informação muito útil para saber como atuar em cada momento com êxito quando nos ponhamos a realizar os investimentos.

O que são os sinais?

Os sinais de trading são indicadores ou alertas que nos trazem informação relevante para poder investir com êxito, neste caso em opções binárias. Os sinais de trading podem nos servir de apoio para acertar nas previsões, pois nos oferecem dados e informação que nos ajudarão a determinar com mais exatidão a tendência correta dos ativos subjacentes.

Estes sinais podemos obter através de provedores de sinais, os quais podem requerer uma assinatura mensal ou ser gratuitos. Através da Internet você encontrará muita informação e ferramentas de comércio, então não será difícil para você encontrar provedores de sinais que possam te ser de ajuda para conseguir dicas sobre como você deve proceder.

Os sinais de trading, como dizíamos, nos proporcionam informação útil. Além disso, toda esta informação se oferece em tempo real, o que significa que teremos a oportunidade de utilizar esta informação no momento para poder executar as melhores ordens de investimento.

Nos provedores de sinais teremos acesso a múltiplos alertas sobre os mercados financeiros e o comportamento dos ativos em si. Poderemos desfrutar em tempo real, como dizíamos, de cada detalhe que nos ajudarão a atuar da maneira que acabemos conseguindo os benefícios que esperamos.

Sem dúvida estes sinais se convertem em um apoio muito interessante para qualquer trader, então se está interessado não vejo ocasião melhor que esta.

Os sinais para opções binárias nos dão essa informação atualizada em tempo real, e estes dados estão apoiados por analistas experientes, que são os que estudam e elaboram os alertas que depois são enviados aos operadores para que também possam tirar proveito da situação em suas sessões de trading.

O que são os provedores de sinais?

Como dizia, os provedores de sinais são a via para obter alertas sobre os mercados financeiros. Estes provedores proporcionam a seus clientes avisos sobre o comportamento dos ativos e nos dão dicas sobre como podemos atuar para obter o máximo benefício.

Os analistas são os que se encarregam de realizar as análises e você simplesmente poderá se aproveitar das indicações para investir com mais garantias de ter êxito.

Dentro do provedor de sinais você terá ao alcance diferentes avisos de trading, e ainda que a taxa de acerto na maioria costume ser muito alta evidentemente nestes temas terá que ser você quem decide se convém ou não acreditar no sinal ou não, e atuar ou esperar que se dê uma situação melhor.

Se bem que cada um tem o seu estilo de trading, a verdade é que em qualquer caso estes avisos sempre vêm bem para complementar qualquer estratégia de comércio.

Como vínhamos dizendo os provedores de sinais que você encontrará pela internet podem ser gratuitos e pagos. Da mesma forma, devemos destacar que alguns provedores também permitem uma prova grátis e por tempo limitado antes de ter que se cadastrar e pagar por uma assinatura para utilizar seus serviços.

Por outro lado, também temos provedores de um pagamento único, os quais você pode comprar e usar sempre que quiser durante toda a sua vida como trader.

Como se conseguem os sinais?

Através dos provedores de sinais podemos conseguir os alertas de comércio de múltiplas maneiras. É possível vê-las diretamente na página do provedor mas também será possível que nos enviem por e-mail ou até mesmo mensagem de celular.

De fato, para quem desfruta de trading mobile receber os sinais em tempo real e diretamente na palma da sua mão faz possível que se possa atuar com maior rapidez. Vale destacar, como vínhamos avisando, que ainda que se enviem diferentes alertas você não tem porque operar sempre que receba alguma, mas sim somente quando você ache mais conveniente.

Se você vai usar o provedor de sinais para obter alertas sobre os ativos e que isto te sirva de apoio me parece ótimo, mas não deixe tudo nas mãos dos provedores e faça suas próprias análises também, pois será assim que você realmente vai conseguir o máximo rendimento.

Dependendo do provedor de sinais que você escolher poderá desfrutar de seus serviços de uma determinada maneira.

Igual que nas plataformas de trading nem todos os provedores são iguais, então cada um nos oferecerá suas características de uma forma ou outra.

A hora de escolher o provedor de sinais você deverá ter em conta o seguinte:

  • O tipo de mercado para que se oferecem os sinais, neste caso teríamos que buscar sinais de comércio para opções binárias.
  • Se os sinais gerados pelo provedor são de traders reais ou sistemas automáticos
  • A via pela que receberemos os sinais, podendo ser pela web, e-mail ou mobile
  • A frequência com a que receberemos os sinais e a quantidade por dia
  • O custo dos serviços de sinais
  • A maneira com a que nos cobrarão por este serviço, se por período de tempo, por pacote de sinais ou por cada sinal individual que recebamos

Todas estas características dos provedores de sinais deve-se ter e conta e comparar entre os diferentes provedores para escolher o mais adequado para nós.

Como usar os sinais?

Se você decidiu receber ajuda de um provedor de sinais o mais importante para começar a utilizar estes serviços de alertas será averiguar se o site é de confiança e se vai te proporcionar bons resultados.

Do contrário não será conveniente que siga por aí.

Para usar o serviço de sinais será importante que o configure de acordo com suas necessidade para que te enviem apenas aqueles alertas que realmente possam te interessar para suas sessões de trading com opções binárias.

Assim, você poderá estabelecer os ativos que mais te interessam e o método pelo qual quer receber o sinal, se pela página, por e-mail ou mensagem de texto no celular. Com os sinais você conseguirá saber se o preço do ativo vai subir ou cair e poderá abrir a posição mais conveniente para desfrutar de seus benefícios.

Resumindo, você só terá que esperar o sinal e abrir a posição que te indique. Uma vez a operação finalize você poderá ver os ganhos graças ao alerta que recebeu.

Como usar os sinais de trading

Sinais de trading. Hoje em dia qualquer trader sabe que toda informação é pouca e que todas as ferramentas que se possam utilizar serão sempre úteis para desfrutar de uma experiência de investimento o mais satisfatória possível.

No caso do trading com opções binárias, o certo é que temos a nosso alcance uma importante seleção de fontes de informação e de ferramentas de análises e comércio que podemos usar para conseguir o melhor dos resultados.

Como investir em opções binárias?

Para ter êxito em opções binárias deve-se saber muito bem como se aproveitar da sua operativa, a qual embora a priori pareça bastante simples, se não somos capazes de tomar a decisão correta podemos acabar em perdas facilmente.

Para negociar com opções binárias deve-se saber se a direção do preço será de alta ou de baixa, e realizar o investimento que corresponda em cada momento. Já sabe, opção CALL para subidas e opção PUT para as quedas do preço.

A chave das opções binárias é controlar as tendências e acertar a direção dos preços dos diferentes ativos subjacentes, então se conhecemos como se comportam os ativos poderemos ter mais êxito nas previsões que realizemos na plataforma de comércio.

Para saber como cotam os ativos é necessário fazer uso da análise dos mercados e valorizar a evolução dos preços, os quais flutuam deixando-se levar por todo tipo de fatores.

Portanto, quanto mais informados estivermos, mais poderemos saber sobre o ativo, e também poderemos intuir com mais acerto como se comportará no futuro.

No trading com opções binárias o objetivo é escolher a direção que o preço terá em um determinado período de tempo.

Ao finalizar o contrato o preço do ativo terá que estar por cima ou por baixo do preço que estava quando iniciou a operação, e você terá que acertar porque senão não poderá desfrutar dos rendimentos.

Nas operações binárias os rendimentos estão pré-estabelecidos, e isto serve de estímulo para que os traders saibam que poderão ganhar se investem e o fazem escolhendo a opção correta.

Para acertar você simplesmente terá que fazer uma análise do ativo e sua situação no mercado, para entender melhor seu comportamento e poder tomar as melhores decisões.

Mas, como dizíamos no princípio, há muitas ferramentas que temos à nossa disposição para desfrutar dos melhores rendimentos em opções binárias.

E uma destas ferramentas são os sinais de trading, os quais te servirão de apoio em suas sessões.

O que são os sinais de trading?

Os sinais de trading são basicamente indicadores ou alertas sobre o que acontece nos mercados. Se você vai negociar com os ativos subjacentes é importante conhecer tudo aquilo que possa influenciar em suas cotações, pois a operativa deste tipo de comércio é negociar com as subidas e quedas dos preços.

Portanto, é importante controlar os movimentos para saber quais serão as tendências pelas que se deve investir em cada operação.

Tudo isto o obteremos graças às análises de mercado, dos quais temos duas variantes; a análise fundamental e a técnica. Dependendo de que tipo de operações realizemos será melhor um tipo de análise ou outro, ou inclusive em ocasiões uma combinação de ambos poderia ser a chave para conseguir investimentos mais rentáveis.

Da mesma forma, temos muitas ferramentas que podem nos servir de apoio para as análises, e também os sinais de opções binárias.

Para quem não tem muito tempo para realizar análises exaustivas do mercado esta é uma ferramenta muito importante, já que nos oferecem informação relevante e em tempo real, justo no momento mais adequado para investir.

Os sinais de trading são alertas que nos oferecem os provedores de sinais e que nos ajudam a saber como deveríamos atuar para ter êxito. Atrás dos sinais estão os analistas especialistas neste tipo de operações, que conhecem muito bem os ativos e como se comportam nos mercados financeiros.

Os sinais de trading nos avisam dos melhores momentos para investir e nos sugerem que tipo de operação devemos fazer para recolher os benefícios.

Estes analistas estudam o comportamento dos ativos e nos proporcionam informação sobre os pontos de abertura e encerramento. Toda esta informação nos ajudará a aproveitar ao máximo as possibilidades de investimento, e conseguir um aumento das operações com retornos.

Evidentemente, estes alertas são um apoio extra que podemos escolher usar ou não. Basicamente um especialista nos está enviando avisos que nos ajudarão a saber como investir para ter êxito, mas no fim depende de cada um dar ouvidos aos alertas ou se guiar por conta própria.

Em princípio os sinais são muito úteis para quem não tem tempo de fazer análises em detalhes, e também para aqueles que estão iniciando no trading com opções binárias e não sabem muito bem quando têm à sua frente uma oportunidade de fechar um bom negócio.

Sem dúvida os sinais de trading podem ser muito interessantes, mas também é certo que convém entender sobre a análise e o comportamento dos ativos subjacentes para melhorar.

O que são e como funcionam os provedores de sinais?

Como vínhamos dizendo os sinais de trading são obtidos de um provedor de sinais. Habitualmente o provedor é um software que nos envia alertas de mercado quando se dá uma oportunidade de investimento.

Dependendo do provedor que você escolher poderá ajustar determinados parâmetros para que apenas enviem sinais dos ativos que te interessem, por exemplo. Todos estes sinais costumam ter uma alta porcentagem de êxito, e é que os especialistas trabalham duro para proporcionar o melhor serviço e que o trader fique satisfeito.

Vale destacar que há provedores de sinais gratuitos e outros que oferecem seus serviços de sinais através de uma assinatura mensal.

Você também pode encontrar provedores para comprar com um único pagamento e usar sempre que quiser, embora eu pessoalmente prefira pagar uma assinatura para experimentar, e se não me convence usar outro provedor.

Se você buscar bem pela rede é possível encontrar algum dos provedores de sinais que oferecem seus serviços totalmente grátis durante um tempo limitado através de uma conta de demonstração.

Isto é muito útil pois nem todos os provedores são iguais e se você tem a oportunidade de experimentar algum sem compromisso será uma boa ocasião para fazer comparações e ficar com o que mais te interessa. Além disso você poderá experimentar se os sinais são úteis para você ou não.

Dependendo do provedor que você escolher, receberá sinais com mais ou menos frequência, dos ativos que te interessam e receberá avisos através do método que escolher. Normalmente estes sinais você pode ver no provedor em questão, mas também pode solicitar que sejam enviados por e-mail ou mensagem de celular.

A ideia é que você possa obter os alertas em tempo real para que possa aproveitá-las quando corresponda, e que não deixe passar nenhuma oportunidade de investir com êxito.

Então já sabe, se escolher o provedor adequado e realizar os ajustes pertinentes esta pode ser uma boa ferramenta para melhorar o seu trading com opções binárias.

Graças aos sinais de comércio poderemos saber se o preço do ativo irá subir ou cair, e assim será muito mais fácil investir com opções CALL ou PUT segundo nos indique o sinal.

Apenas devemos estar atentos e atuar com rapidez para recolher todos os benefícios que possamos.

I principi contabili nazionali

Ogni società che opera sul territorio italiano, ma anche le imprese individuali e in una certa misura il settore del non profit, sono tenuti ad applicare i principi contabili nazionali emessi dall’OIC (acronimo di “Organismo Italiano di Contabilità”). Gli stessi principi vanno anche seguiti, ad esempio, al momento della redazione del bilancio d’esercizio. Quindi questi principi si affiancano a quelli contenuti nel Codice Civile.

Tuttavia questi non sono gli unici principi da rispettare, data l’adesione dell’Italia all’Unione Europea. In qualità di Stato Membro è sorta la necessità di presentarsi a livello comunitario con delle posizioni ben definite e proprio per questo è stata data vita a una fondazione privata nel 2020 con il nome di OIC. Il suo scopo è quello di predisporre, aggiornare e revisionare i principi contabili sia per la redazione dei bilanci d’esercizio che per la compilazione dei bilanci consolidati delle imprese, nonché dei bilanci preventivi e consuntivi delle aziende no profit e di tutte le amministrazioni pubbliche del territorio.

Inoltre l’OIC coordina il suo lavoro con le attività degli altri organismi in materia a livello europeo e fornisce così supporto tecnico per l’applicazione in Italia dei principi contabili internazionali. Tali principi risultano rilevanti in particolare per le società che operano al di là dei confini nazionali e che espandono il loro mercato anche in ambito internazionale.

Tra gli altri compiti dell’OIC rientrano ancora: l’assistenza al Legislatore nazionale nell’emanazione delle norme in materia contabile e connesse per adeguare la disciplina in materia di bilancio alle direttive europee e ai principi contabili internazionali omologati dalla Commissione Europea, la promozione della cultura contabile con la pubblicazione di documenti e ricerche in materia, nonché l’organizzazione di convegni, seminari e incontri di studio.

Laddove non si applicano gli IAS, valgono i principi contabili nazionali dell’OIC, soggetti al parere della Banca d’Italia, della CONSOB, dell’ISVAP e dei Ministeri competenti. In caso queste istituzioni esprimano un parere negativo, verrà pubblicato anche il principio contabile approvato dal Comitato Esecutivo, organo dell’OIC.

Per approfondire nel dettaglio i principi contabili nazionali, si rimanda all’articolo apposito.

Che cosa sono i principi contabili?

Facciamo un passo indietro e spieghiamo in generale che cosa sono in realtà i principi contabili. Si tratta di direttive nazionali o internazionali relative a diversi settori della contabilità aziendale. L’obiettivo è quello di uniformare la contabilità e il bilancio nel rispettivo periodo contabile tramite delle direttive imposte dalla legge, in modo da rendere così verificabile e comparabile la situazione e lo sviluppo delle aziende, oltre che il suo utilizzo di mezzi finanziari.

Di solito ad emanare i principi contabili sono gli organi professionali e l’OIC, che rivede e completa i principi presente nel Codice Civile. Il processo di aggiornamento e revisione è necessario per via dei cambiamenti della norma giuridica e dell’evoluzione della dottrina ragionieristica.

Infine, come già accennato, ai principi contabili nazionali si affiancano quelli internazionali, rilevanti soprattutto per le aziende con sede in un altro paese dell’Unione Europea, che prendono il nome di International Financial Reporting Standards (IFRS), disposti dall’International Accounting Standards Board (IASB).

Evoluzione dei principi contabili nazionali e applicazione negli altri paesi europei

I principi contabili hanno una lunga tradizione: già 5000 anni fa i commercianti in Egitto e in Mesopotamia gestivano la loro attività grazie a libri contabili, inventari patrimoniali e conti. Nell’Impero romano i banchieri erano obbligati a tenere una contabilità in modo sistematico. La cosiddetta partita doppia, che oggi è il sistema solito per la registrazione delle entrate e delle uscite della propria attività, ha le sue origini nel Nord Italia del diciassettesimo secolo.

In tutta Europa si sono affermate delle pratiche per la contabilità tramite dinastie di commercianti, come ad esempio i Fugger in Germania. In Italia la contabilità moderna è entrata in vigore con l’ultimo Codice Civile del 1942, introdotta in particolare nel Libro V. Con il tempo e con la creazione della CEE si è cercato di armonizzare le legislazioni dei paesi membri, ma fino alla fine del ventesimo secolo la contabilità è stata ancora gestita dai singoli stati.

Vediamo quindi brevemente le informazioni principali riguardo i principi contabili nazionali e internazionali dell’Italia e degli altri paesi europei:

I principi contabili in alcuni paesi dell’Unione Europea

Italia

Codice Civile

I principi contabili nazionali sono regolati nell’articolo 2423 del Codice Civile, mentre un bilancio in forma abbreviata è previsto nell’articolo 2435 bis.

Principi contabili dell’OIC

Qualora il Codice Civile non regoli alcune questioni o servano delle precisazioni su alcuni temi, vengono applicati i principi contabili dell’Organismo Italiano di Contabilità (OIC). Se ci sono delle lacune nelle direttive nazionali è possibile ricorrere agli standard internazionali (IFRS).

IFRS

Sono obbligati a redigere i bilanci secondo i principi contabili internazionali le aziende quotate in borsa e i gruppi assicurativi. Le aziende non quotate in borsa hanno la possibilità di scegliere tra gli IFRS e i principi contabili nazionali.

Gran Bretagna

New UK GAAP Generally Accepted Accounting Practice (New UK GAAP)

A partire da gennaio 2020 in Gran Bretagna è in vigore il nuovo standard contabile nazionale New UK GAAP. Il quadro per la contabilità si rivolge alle aziende i cui titoli non sono negoziati in mercati pubblici e comprende cinque standard da FRS 100 fino a FRS 105.

    FRS 100 – Spiegazione in merito all’applicazione delle direttive contenute nell’informativa finanziaria: l’FRS 100 spiega il quadro unico per il bilancio finale che è stato creato secondo le leggi nazionali, le direttive di regolazione e i principi contabili.

FRS 101 – Quadro unico per i bilanci finali con meno indicazioni: l’FRS 101 prevede un bilancio abbreviato con cui i gruppi aziendali possono creare un bilancio consolidato secondo le direttive internazionali dell’IFRS, senza che debbano essere soddisfatte tutte le indicazioni richieste dall’IFRS stesso.

FRS 102 –Standard per le informative finanziarie per la Gran Bretagna e la Repubblica d’Irlanda: con l’FRS 102 si sancisce uno standard per le informative finanziarie per la Gran Bretagna e la Repubblica d’Irlanda. L’informativa finanziaria è composta da 250 pagine e sostituisce tutti i precedenti standard dell’Old UK GAAP.

FRS 103 – Direttive di bilancio per i contratti di assicurazione: l’FRS 103 comprende delle direttive di bilancio separate per le aziende che redigono dei contratti di assicurazione.

FRS 104 – Direttive per la creazione di bilanci intermedi: l’FRS 104 si basa sulle regole internazionali per la redazione di bilanci intermedi IAS 34 e serve alle aziende, che impostano i bilanci secondo i principi contabili dell’FRS 101 o dell’FRS 102, come base per la creazione di bilanci intermedi.

  • FRS 105 – Standard per le informative finanziarie per le piccole aziende: l’FRS 105 è una versione adattata dell’FRS 102, direttamente creato su misura sulle richieste e le esigenze delle piccole aziende.
  • Chi emana gli FRS è l’Accounting Standards Board (ASB), un reparto del Financial Reporting Council (FRC).

    IFRS

    Anche in Gran Bretagna le aziende quotate in borsa devono fare il bilancio secondo le direttive internazionali.

    Francia

    Plan comptable général (PCG)

    In Francia vige il Comptable Général (PCG) come standard minimo per il bilancio delle aziende non quotate in borsa. Il regolamento comprende i seguenti contenuti:

    • riepilogo sulla materia e i principi della contabilità, il conto dei profitti e delle perdite;
    • definizione dei concetti di base, come il bilancio, le obbligazioni, i fondi patrimoniali, gli utili comprensivi di profitti e perdite;
    • rappresentazione delle regole di contabilità e di valutazione;
    • regole di gestione di conti e la relativa nomenclatura;
    • direttive sulla documentazione;
    • direttive per contabilità separata
    • prese di posizione del Consiglio Nazionale della Contabilità (Conseil National de la Comptabilité, CNC) e del Comitato d’Urgenza (Comité d’Urgence).

    IFRS

    Come tutti gli altri Stati Membri dell’UE, anche la Francia obbliga le aziende quotate in borsa a redigere i bilanci secondo gli IFRS.

    Germania

    Handelsgesetzbuch (HGB)

    In Germania la base contabile per la gestione dei libri contabili e la creazione dei bilanci è regolata dall’Handelgesetzbuch (HGB). Ogni commerciante è quindi obbligato a rendere chiare le sue transazioni commerciali e la situazione del suo patrimonio basandosi sui principi della contabilità ordinaria (Grundsätzenordnungsgemäßer Buchführung, GoB). Tuttavia, nell’Handelsgestzbuch non si trovano indicazioni su come questi principi si presentino nel dettaglio. I GoB derivano quindi dalla scienza, dalla giurisdizione, dai consigli delle associazioni finanziarie e dalla pratica generale riconosciuta.

    Deutsche Rechnungslegungsstandards (DRS), i principi contabili tedeschi

    Se a dover presentare il bilancio sono dei gruppi industriali, bisogna prestare attenzione ad altri principi contabili, chiamati Deutsche Rechnungslegungsstandards (DRS), sviluppati su richiesta del Ministero della Giustizia tedesco dal Deutsche Rechnungslegungs Standards Committee (DRSC), ovvero una fondazione privata (analogamente all’OIC). I DRS interpretano le direttive dei principi, vengono applicati in caso di lacune e offrono così delle direttive più dettagliate per i gruppi industriali. In alternativa il bilancio di questi soggetti può essere creato volontariamente basandosi sugli IFRS (International Financial Reporting Standards). Nel caso in cui si debba prestare attenzione a direttive aggiuntive per le transazioni commerciali, i principi contabili internazionali (IFRS) sostituiscono quelli nazionali.

    International Financial Reporting Standards (IFRS)

    Le aziende quotate in borsa sono, invece, obbligate a redigere il bilancio basandosi sugli IFRS.

    Svizzera

    Codice delle obbligazioni (CO)

    I principi minimi validi per legge per la contabilità in Svizzera sono contenuti nel Codice delle obbligazioni (CO). Le direttive ivi contenute sono vincolanti per tutti i bilanci delle aziende e delle organizzazioni che hanno l’obbligo di tenere la contabilità. Per le aziende che sono quotate in borsa nel SIX Swiss Exchange valgono, invece, delle regole più ferree. In questo caso sono prescritti dei consigli specialistici per la contabilità (Fachempfehlungen zur Rechnungslegung, Swiss GAAP FER) o gli standard internazionali (IFRS o US GAAP).

    Swiss GAAP FER

    Per le aziende svizzere che sono quotate nella SIX Swiss Exchange si applica lo Swiss GAAP FER. Le aziende non quotate in borsa possono scegliere liberamente se presentare il bilancio secondo lo Swiss GAAP FER che comprende:

    • un quadro unico;
    • i FER principali;
    • altri standard su temi specifici;
    • lo Swiss GAAP FER 30 per i bilanci dei gruppi industriali;
    • lo Swiss GAAP FER 31 per le aziende quotate in borsa.

    Per le piccole aziende sussiste la possibilità di orientarsi solo al quadro unico e ad alcuni FER. Le organizzazioni medio-grandi devono fare attenzione a tutti gli standard. I gruppi industriali e le aziende quotate in borsa seguono rispettivamente lo Swiss GAAP FER 30 e lo Swiss GAAP FER 31, mentre per le assicurazioni, gli istituti previdenziali, le organizzazioni no profit, le assicurazioni sugli edifici e sulla vita valgono dei FER specifici di settore.

    IFRS o US GAAP

    Per le grandi aziende svizzere quotate in borsa è obbligatorio dal 2005 redigere un bilancio secondo lo standard internazionale (IFRS o US GAAP).

    Spagna

    Código de comercio (CCom) e il Ley de sociedades anónimas (LSA)

    Anche in Spagna i commercianti e le società commerciali sono obbligati a tenere dei libri contabili. Le direttive al riguardo sono contenute nel Codice di Commercio (Código de comercio, CCom) e nella Legge per le Società Anonime (Ley de sociedades anónimas, LSA), che si basano in larga parte sulle indicazioni europee.

    Plan general de contabilidad

    Un’applicazione concreta dei principi contabili è contenuta nel Piano Generale della Contabilità (Plan general de contabilidad, PGC), approvato nel 2007 tramite il decreto regio 1514/2007, che rappresenta un adattamento agli standard internazionali IFRS. In accordo con il decreto 1515/2007 viene messo a disposizione delle piccole e medie imprese un piano di contabilità semplificato.

    IFRS

    Le aziende spagnole con titoli sui mercati pubblici redigono il bilancio secondo gli IFRS, come avviene in tutti gli altri Stati Membri dell’UE.

    Austria

    Unternehmensgesetzbuch (UG)

    In Austria i bilanci devono essere redatti secondo le direttive dell‘Unternehmensgesetzbuch (UG). Anche la legge austriaca fa riferimento ai principi della contabilità ordinaria.

    IFRS

    Le imprese fondatrici di un gruppo industriale possono scegliere se seguire i principi contabili nazionali o quelli internazionali, mentre le aziende con titoli nei mercati pubblici devono redigere i bilanci secondo le regole imposte dall’UE.

    IAS-IFRS: i principi contabili internazionali

    Per comparare i bilanci anche oltre i confini nazionali, da anni si lavora sul piano internazionale a un’armonizzazione delle norme commerciali. Lo scopo è quello di mettere a disposizione delle aziende, che operano a livello internazionale, un regolamento unitario per i bilanci. Parlando di principi contabili internazionali ci si riferisce agli standard dell’International Accounting Standards Board (IASB) che prendono il nome di IAS (International Accounting Standards), emanati in precedenza dall’International Accounting Standards Committeed (IASC), sostituiti ora dagli IFRS (International Financial Reporting Standards).

    Di rilevanza internazionale, spingendosi oltre i confini europei, è anche lo USGAAP (United States Generally Accepted Accounting Principles), ovvero i principi contabili statunitensi, emessi dal Financial Accounting Standards Board (FASB).

    Principi contabili internazionali

    Gli International Financial Reporting Standards (IFRS) vengono emessi dall‘International Accounting Standards Board (IASB) e rappresentano i principi contabili da seguire per le aziende. L’obiettivo è un’armonizzazione mondiale della contabilità.

    Il regolamento è composto da tre parti:

      Framework: il framework IFRS costituisce la base teorica del regolamento, in qualità di quadro unico. Descrive gli obiettivi e le premesse di base delle direttive internazionali, oltre che le richieste qualitative da soddisfare per il bilancio secondo gli IFRS. Inoltre il framework fornisce definizioni dei concetti principali come attivo, passivo, profitti o spese.

    Standard (IAS/IFRS): le direttive di bilancio e di valutazione vere e proprie sono presenti sotto forma di standard singoli. Comprendono sia gli IFRS dell’IASB sia gli IAS (International Accounting Standards) della precedente organizzazione IASC (Accounting Standards Committee).

  • Interpretazioni: per uniformare l’interpretazione delle direttive internazionali, la terza parte del regolamento comprende le interpretazioni ufficiali degli standard, che vengono pubblicati dall’International Financial Reporting Standards Interpretations Committee (IFRIC).
  • Applicando gli IFRS vale la regola che in situazioni conflittuali gli standard e le interpretazioni degli IFRS, in qualità di regole speciali, sono maggiormente vincolanti rispetto alle indicazioni generali del framework. Il framework in sé non ha alcuno status standard.

    A partire dal 2020 tutte le società di capitali con sede in Europa sono obbligate a redigere il bilancio secondo gli IFRS.

    US GAAP

    Nei United States Generally Accepted Accounting Principles (US GAAP) si tratta dei principi contabili statunitensi, emessi dal Financial Accounting Standards Board (FASB). Conseguono lo stato equiparato alla legge con il riconoscimento da parte del SEC (Securities and Exchange Commission), l’ente federale statunitense per la vigilanza della borsa valori, e dell’AICPA (American Institute of Certified Public Accountants), la più grande associazione dei commercialisti statunitensi.

    Lo US GAAP possiede anche a livello internazionale un valore elevato, perché per essere elencato nella borsa statunitense prevede un resoconto in conformità alle direttive del SEC. Fino al 2007 era perciò obbligatorio anche per le aziende straniere, che volevano coprire il fabbisogno di capitali sul mercato statunitense, redigere un bilancio conforme allo US GAAP o avere un collegamento contabile in base agli standard statunitensi. Questa direttiva è stata soppiantata dall’accettazione degli IFRS da parte del SEC il 21 dicembre 2007.

    Differenze tra principi contabili nazionali e internazionali

    I principi contabili nazionali e internazionali presentano alcune differenze. In primis si rivolgono a soggetti diversi, perché infatti laddove si applicano i principi contabili internazionali non si fa più riferimento a quelli nazionali. Come già accennato in precedenza, hanno l’obbligo di seguire gli IAS-IFRS le società quotate, le società aventi strumenti finanziari diffusi presso il pubblico, banche e intermediari finanziari, e le imprese di assicurazione. Tutte queste imprese devono presentare il bilancio d’esercizio e il bilancio consolidato, ad eccezione delle assicurazioni che presentano il bilancio d’esercizio solo se quotate e nel caso in cui non redigano il bilancio consolidato.

    Le società non quotate possono scegliere liberamente il tipo di principio da adottare, mentre sono tassativamente escluse dagli IAS-IFRS le società che redigono il bilancio in forma abbreviata e le imprese di assicurazione non quotate per il bilancio d’esercizio. Tutti gli altri soggetti fanno riferimento ai principi contabili italiani, cioè quelle aziende che sono radicate esclusivamente sul territorio nazionale e non prevedono l’apertura del loro commercio sui mercati esteri.

    Un altro aspetto di divergenza tra questi due principi è la differente natura dei principi:

      i principi contabili nazionali hanno lo scopo di tutelare e misurare il patrimonio aziendale, servendosi così del bilancio d’esercizio come strumento di analisi;

  • i principi contabili internazionali mirano principalmente a fornire un’informativa agli investitori nei mercati finanziari.
  • Inoltre mentre con i principi contabili nazionali ci si concentra sul principio della prudenza, con gli IAS-IFRS si applica un approccio di tipo prospettico, mettendo in evidenza le capacità future dell’impresa di produrre utili e dividendi.

    A ciò si legano i principi cardine dell’IAS:

      il fair value, usato come criterio di valutazione per misurare il valore di mercato e che serve quindi per misurare le capacità reddituali di un’azienda;

  • la prevalenza della sostanza e della forma volta a valorizzare l’effettivo contenuto economico rispetto alla sua configurazione giuridico formale.
  • Adottando il criterio del fair value, gli IAS-IFRS non sono legati al costo storico e quindi non si muovono sulla base del principio della prudenza, che rinuncia a comparare i bilanci nel tempo. Al contrario, una comparazione dei bilanci è possibile con gli IAS-IFRS.

    Vi preghiamo di osservare la nota legale relativa a questo articolo.

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